domingo, 4 - outubro 2026 - 12:01



FAVORITO AO SENADO

Vídeo - Mauro celebra desempenho em campanha e promete combater 'show de horrores' em Brasília


Allan Mesquita / Da Redação
Reprodução
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O candidato ao Senado e ex-governador Mauro Mendes (União) encerrou a campanha eleitoral demonstrando confiança no desempenho nas urnas e comemorando os números das pesquisas divulgadas na reta final. Ao votar na manhã deste domingo (4), na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, ele afirmou que sempre confiou na vitória e destacou que os levantamentos recentes reforçaram sua expectativa.

Em entrevista à imprensa, Mauro também afirmou estar satisfeito com o desempenho ao longo da campanha e disse que chega ao fim do primeiro turno com a sensação de dever cumprido. Segundo ele, o resultado é consequência da apresentação do trabalho realizado durante os dois mandatos à frente do Governo de Mato Grosso. “Eu estou bastante contente, bastante feliz, a campanha foi muito tranquila”, afirmou.

Caso seja eleito, o ex-governador disse que pretende levar para o Congresso Nacional uma postura voltada para resultados e criticou o que classificou como excesso de discussões sem consequências práticas em Brasília. “Eu odeio muita conversa afiada, muito blá-blá-blá e nada de resultado e é isso que a maioria dos políticos brasileiros são especialistas em fazer”, disparou.

Na avaliação de Mauro, o Congresso e outras instituições nacionais vivem um momento de crise que exige mudanças profundas. Ele classificou decisões e conflitos institucionais em Brasília como um “show de horrores” e defendeu uma revisão de marcos legais, incluindo a própria Constituição.

“A todo momento tem um show de horrores que vem de Brasília, do Congresso Nacional, do Supremo, decisões contraditórias, que deixam o país chocado.”

O candidato afirmou ainda que, se eleito, pretende atuar diretamente nessas mudanças. “Nós vamos ter que enfrentar de frente esse problema”, disse. Mauro defendeu uma revisão constitucional e chegou a afirmar que uma nova Constituinte seria necessária para promover alterações que, segundo ele, não poderiam ser feitas apenas por mudanças na legislação ordinária.

Veja vídeo:


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