- CUIABÁ
- SÁBADO, 28 , MARÇO 2026
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), avaliou que a decisão que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, só foi autorizado diante do temor de uma possível morte do ex-gestor na Papudinha, o que, segundo ele, consagraria a derrota do grupo do presidente Lula no país.
Ao analisar a mudança de regime, Brunini afirmou que houve tentativa de enfraquecimento político do ex-presidente “que não deu certo”. “Se o Bolsonaro morresse lá dentro da Papudinha, como eles estavam fazendo, seria o fim do grupo político deles. Então, não é porque eles são bonzinhos com Bolsonaro que eles estão liberando o Bolsonaro. Estão liberando o Bolsonaro porque todas as medidas que tomaram contra ele não funcionaram. Todas as maldades que tentaram fazer contra ele não funcionaram. E agora está lá com o seu problema de saúde, uma situação grave de saúde, que foi ocasionada e provocada pela própria perseguição política”, disse nessa quarta-feira (25).
A prisão domiciliar foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes por um período de 90 dias para tratamento de saúde. A decisão atendeu ao pedido da defesa, com aval da Procuradoria-Geral da República, em razão de um quadro de broncopneumonia.
Durante entrevista à imprensa, o gestor classificou a situação como resultado de perseguição política e criticou duramente as decisões judiciais envolvendo o aliado. O prefeito também reiterou que, em sua avaliação, Bolsonaro não deveria estar preso em nenhuma circunstância, nem mesmo em regime domiciliar. Para ele, todo o processo tem motivação política e busca afastar o ex-presidente do cenário eleitoral.
“Bolsonaro não deveria estar preso. Não é uma questão de ficar comemorando a prisão domiciliar. É uma comemoração que ele não deveria estar preso.”
Brunini ainda afirmou que, apesar das medidas adotadas contra o ex-presidente, o grupo político segue fortalecido e com перспективas eleitorais. Ele citou o crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa a Presidência da República.
“O que a gente vê hoje é querer tirar um político de influência, um político líder, tirar um presidente de qualquer possibilidade de disputa eleitoral. Só que eles estão caindo no cavalo. Nós temos visto cada dia mais o crescimento do Flávio Bolsonaro. A gente vê cada dia mais o desespero dos outros lados quando vê o crescimento do nome como do Flávio para presidente e nós vamos dizer para você: o Flávio será o próximo presidente do Brasil”, disparou.
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