- CUIABÁ
- TERÇA-FEIRA, 13 , JANEIRO 2026


O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), nesta sexta-feira (19), afirmou que a inauguração do Hospital Central representa um “alívio” para a Saúde de Mato Grosso.
A unidade foi inaugurada durante a tarde e tem estrutura para 287 leitos, sendo 78 como Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 18 semi-intensivos, 180 para atendimentos da enfermagem e 11 para isolamento. Além disso, haverá 10 espaços cirúrgicos e 2 salas de hemodinâmica para procedimentos minimamente invasivos. Todos os atendimentos serão viabilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Ao avaliar a estrutura disponibilizada pelo Governo do Estado, Diego disse que o hospital receberá pacientes de diversas regiões e fornecerá um atendimento classificado como “altíssimo nível”.
“Não tenho dúvida de que a entrega significa um alívio para a Saúde dos demais municípios de Mato Grosso, já que muitas especialidades médicas vão migrar para o Hospital Central. É um alívio, um avanço e uma necessidade que precisava ser suprida”, pontuou.
“É uma transformação para a Saúde de Mato Grosso. Será o mais moderno e melhor hospital público do Brasil, administrado pelo Albert Einstein. Será um hospital de ponta, trazendo especialidades médicas que sequer são encontradas na rede pública. Será um atendimento de altíssimo nível e padrão para elevar a qualidade do serviço”, acrescentou.
O Hospital Central ficou 34 anos com obras inacabadas, mas a atual gestão do governo estadual reiniciou as construções e ampliou a área de 9 mil m² para 32 mil m². Após a inauguração, a unidade disponibilizará visitações guiadas à população e aos representantes dos Poderes. Após essa etapa, haverá a desinfecção das dependências para preparar o início dos atendimentos, que devem começar em janeiro de 2026.
Conforme o deputado, o hospital representa motivo de orgulho aos mato-grossenses e terá a fiscalização da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para garantir a administração eficiente dos recursos.
“Foram mais de trinta anos daquele esqueleto [de obras inacabadas]. Era uma vergonha e, agora, passa a ser orgulho para os mato-grossenses. A ALMT tem sido parceira na fiscalização, temos acompanhado as obras que acontecem em Mato Grosso. Com o Hospital Central não foi diferente. Ele deve ter um custo em torno de R$ 400 milhões ao ano, então precisaremos de uma fiscalização muito próxima para garantir a boa aplicação do dinheiro público e que ele chegue na ponta com qualidade à população”, completou.