segunda-feira, 12 - janeiro 2026 - 13:32

Família pede ajuda para levar corpo de jovem assassinada em MT para o Pará; filhos ficarão com avó


Reprodução
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ALLAN MESQUITA
Reportagem

A família de assessora comercial Laila Carolina Souza da Conceição, de 29 anos, lançou uma vaquinha solidária para arrecadar recursos e viabilizar o translado do corpo da jovem, assassinada a facadas no último domingo (11), em Nova Maringá (392 km de Cuiabá), até Santa Bárbara do Pará, na região metropolitana de Belém, onde ela nasceu e onde mora sua mãe Maria Milena Santos de Souza.

Segundo a família, o custo do translado gira em torno de R$ 28 mil. O valor cobre o deslocamento do corpo, que sairá de Diamantino (182 km de Cuiabá), passando por Belém, até Santa Bárbara, em um trajeto que envolve transporte aéreo e terrestre. A mobilização também busca garantir a transferência dos três filhos de Laila, um menino de 12 anos e duas meninas gêmeas de 7, para o Pará, onde ficarão sob os cuidados da avó materna.

As crianças, que presenciaram o crime, estão atualmente em casa de passagem, em Mato Grosso, e deverão ser levadas para junto da família materna assim que os trâmites legais forem concluídos.

Como ajudar

A vaquinha foi criada para custear o translado do corpo e auxiliar nas despesas emergenciais envolvendo as crianças. As doações podem ser feitas via Pix, utilizando o CPF da mãe da vítima 602.719.492-87, em nome de Maria Milena Santos de Souza.

Crime

O principal suspeito do crime é o cunhado de Laila, de 29 anos, irmão do companheiro dela, que está preso por outros crimes. A família nega a existência de um relacionamento amoroso entre a vítima e o suspeito, como chegou a ser ventilado informalmente após o crime.

Conforme apurou o FatoAgora, Laila vinha demonstrando intenção de deixar a cidade e retornar ao Pará, por se sentir insegura e isolada. A jovem trabalhava e sustentava sozinha os filhos em Nova Maringá e, de acordo com a mãe, era alvo de ciúmes e obsessão por parte do agressor.

O suspeito foi preso após fugir do local e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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