segunda-feira, 2 - fevereiro 2026 - 15:34



BUSCA PELA REELEIÇÃO

Fávaro aguarda 'aval' de Lula e escolha de sucessor para voltar ao Senado


Allan Mesquita / Da Redação
Lula e Fávaro – Ricardo Stuckert/PR
Lula e Fávaro – Ricardo Stuckert/PR

O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro (PSD), afirmou que aguarda o “aval” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para deixar o comando da pasta e retornar ao Senado Federal e se dedicar integralmente à campanha de reeleição em Mato Grosso.

A declaração foi feita durante agenda pública no estado, quando Fávaro confirmou que a saída do ministério dependerá de uma conversa direta com o presidente e do momento considerado mais adequado pelo Palácio do Planalto. “Vou ter uma conversa com o presidente Lula, qual é o melhor momento, ele escolher o sucessor para que eu possa voltar às atividades parlamentares como senador e começar a percorrer o estado de Mato Grosso na busca da reeleição”, afirmou o ministro

Desde que Fávaro foi nomeado para comandar o Ministério da Agricultura e Pecuária, a cadeira no Senado Federal passou a ser ocupada pela primeira suplente, a senadora Margareth Buzetti (PSD). Nos últimos quatro meses, o posto também foi exercido pelo segundo suplente, José Lacerda, durante períodos de afastamento.

Ao longo dos últimos anos, especialmente em meio a embates com setores do agronegócio e discussões sobre políticas agrícolas, Carlos Fávaro enfrentou rumores recorrentes de que poderia ser substituído no comando do Mapa. As especulações ganharam força em momentos de desgaste político, críticas parlamentares e debates internos no governo federal.

Apesar disso, nenhuma dessas movimentações se concretizou. Fávaro permaneceu no cargo e seguiu respaldado pelo presidente Lula, que, em diferentes ocasiões, sinalizou confiança no trabalho do ministro. Nos bastidores, aliados avaliam que as especulações fizeram parte do jogo político e da pressão natural sobre uma das pastas mais estratégicas do governo.

Fávaro reforçou sua lealdade política ao presidente e defendeu a continuidade do projeto liderado por Lula. “É a certeza de que valeu a pena escolher o presidente Lula como o nosso presidente”, afirmou ao destacar investimentos federais em Mato Grosso.


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