- CUIABÁ
- TERÇA-FEIRA, 7 , ABRIL 2026
O deputado estadual Júlio Campos afirmou que a saída de Eduardo Botelho do União Brasil foi estratégica para viabilizar a formação da chapa proporcional do partido para as eleições deste ano.
Segundo Júlio, a presença de quatro parlamentares buscando a reeleição dificultava a inclusão de novos candidatos competitivos, o que poderia comprometer o desempenho da legenda nas urnas. “Para montar uma chapa forte, com vários candidatos, era preciso abrir espaço. Isso acabou sendo necessário dentro da nossa construção”, explicou.
Com a filiação de Botelho ao MDB, liderado por Janaina Riva, o União Brasil passou a ter três deputados estaduais na disputa pela reeleição: Júlio Campos, Dilmar Dal’Bosco e Sebastião Rezende.
A reorganização interna permitiu ao partido atrair cerca de 15 novos pré-candidatos, fortalecendo o projeto eleitoral. “Houve uma adesão significativa depois desse ajuste. Estamos estruturando uma nominata competitiva”, disse Júlio.
O deputado projeta que o União Brasil poderá repetir o desempenho das últimas eleições, mantendo quatro cadeiras na Assembleia Legislativa. “Nosso objetivo é claro: reeleger os atuais parlamentares e conquistar mais uma vaga”, afirmou.
Atualmente, o partido já conta com 18 pré-candidatos e trabalha para atingir o limite de 25 nomes até as convenções partidárias, previstas para julho.