- CUIABÁ
- TERÇA-FEIRA, 17 , MARÇO 2026
A ampliação da comunicação institucional para todo o estado tem sido uma das principais prioridades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Em entrevista ao Jornal da Capital 101.9 FM nesta terça-feira (17), o secretário de Comunicação, coronel Henrique Santos, destacou que o trabalho tem buscado romper a concentração de informações na capital e alcançar os 142 municípios mato-grossenses.
Segundo ele, a determinação da presidência da Casa, Max Russi (Podemos), foi clara: levar as ações do Legislativo para além de Cuiabá e Várzea Grande, garantindo que a população do interior também tenha acesso às informações. “A gente tem feito um trabalho de expansão dessa informação, agregando e lançando novos veículos de comunicação, principalmente no interior do estado”, afirmou.
O secretário ressaltou que a TV Assembleia já está presente em dezenas de municípios e passa por um processo de expansão, além do fortalecimento de outros canais institucionais, como site e rádio, que permitem acompanhar inclusive as sessões parlamentares ao vivo.
“Hoje, qualquer pessoa pode acessar e acompanhar as sessões plenárias ao vivo e saber o que está sendo discutido pelos deputados”, destacou.
Com a ampliação da comunicação, a ALMT também tem intensificado ações para enfrentar um dos maiores desafios atuais: a disseminação de fake news, especialmente em período eleitoral e com o avanço da inteligência artificial.
Henrique explicou que a estratégia envolve campanhas de conscientização e incentivo à checagem de informações por meio dos canais oficiais da Assembleia. “A ideia nossa é fazer campanhas chamando atenção para fake news, inteligência artificial e desinformação”, disse.
Ele alertou ainda que o problema não está apenas na criação das notícias falsas, mas também na forma como elas são compartilhadas pela população. “As pessoas têm divulgado essas fake news, muitas vezes sem nem saber se é fake news ou não”, pontuou.
Um dado que chamou atenção, segundo o secretário, é o perfil de quem mais contribui para a disseminação desse tipo de conteúdo. “A maioria dessas divulgações é feita pelos nossos idosos, que acabam não tendo como fazer a verificação”, explicou