- CUIABÁ
- DOMINGO, 15 , FEVEREIRO 2026
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) demonstrou otimismo em relação ao futuro político de seus correligionários em Mato Grosso. Em entrevista exclusiva nesta semana, o parlamentar avaliou que a proximidade do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), com o presidente Lula (PT) não será um obstáculo para sua reeleição ao Senado. Para Wilson, o volume de serviços prestados e o cenário eleitoral ainda incerto favorecem o aliado.
O cenário para o Senado
Segundo o deputado, o eleitorado deve se preparar para reviravoltas na corrida eleitoral. Citando o colega de parlamento Jayme Campos (União), Wilson sugeriu que nem todos os nomes postos hoje chegarão à urna em plenas condições.
“Tem muito fato novo, relevante e impactante vindo aí que vai mudar o cenário. Alguns candidatos serão duramente expostos. Acredito que o Fávaro, pelo trabalho prestado e pelo forte apoio à agricultura familiar — que soma mais de 150 mil famílias —, tem potencial para vencer”, afirmou.
Independência na disputa presidencial
Embora o PSD nacional e estadual mantenham diálogo com o governo federal, Wilson Santos defende que a sigla se distancie da polarização entre Lula e Bolsonaro. O deputado declarou que não fará campanha para o PT, defendendo que o PSD lance candidatura própria à Presidência da República.
Ele listou três nomes que considera preparados para o desafio:
Ratinho Jr. (Governador do Paraná);
Ronaldo Caiado (Governador de Goiás);
Eduardo Leite (Governador do Rio Grande do Sul).
“São gestores testados e aprovados nas urnas, com ideias novas. Vou trabalhar a campanha para o meu partido; sou PSD e acredito que qualquer um desses três representará bem nossa sigla”, enfatizou.
Sucessão Estadual: “Sangue Novo”
Para o Palácio Paiaguás, Wilson reiterou seu apoio à pré-candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD). O parlamentar destacou o perfil técnico e a trajetória ilibada da correligionária como diferenciais para o eleitor que busca renovação.
“Quem busca mudança e transformação para Mato Grosso encontrará no PSD um nome de ‘mãos limpas’. É uma mulher corajosa, realizada na vida empresarial e acadêmica”, concluiu o deputado.