- CUIABÁ
- SÁBADO, 18 , ABRIL 2026
O senador Jayme Campos (União) afirmou neste sábado (7) que não pretende desistir da disputa pelo Governo de Mato Grosso nas eleições de 2026. Segundo ele, apenas duas situações o fariam recuar da pré-candidatura: um “pedido de Deus” ou um apelo do filho Jaiminho, falecido há mais de 20 anos. A declaração foi dada durante evento de filiação do Max Russi ao Podemos, em Cuiabá.
Durante entrevista, Jayme também criticou o que chamou de tentativa de definir candidaturas por meio de acordos de bastidores. Sem citar nomes, o senador disse não aceitar que um grupo restrito decida quem disputará cargos nas eleições de 2026. “Parece que montaram uma empresa para definir quem será governador ou senador. Não é assim que funciona”, afirmou.
O parlamentar ressaltou que construiu a carreira política ao longo de décadas e destacou sua trajetória pública. Jayme lembrou que já exerceu seis mandatos eletivos, incluindo três como prefeito de Várzea Grande, além de ter sido governador de Mato Grosso e atualmente ocupar uma cadeira no Senado Federal.
Sem mencionar diretamente adversários, o senador também criticou políticos que, segundo ele, chegaram recentemente à vida pública e já enfrentam problemas na Justiça. Jayme disse ainda que pretende discutir propostas diretamente com a população caso confirme a candidatura ao governo, citando temas como saúde, habitação e políticas sociais.
Ao comentar o cenário eleitoral, o senador avaliou que o quadro ainda está em construção e que mudanças partidárias devem ocorrer nos próximos meses. Ele citou, por exemplo, o nome do senador Wellington Fagundes (PL), que também é apontado como possível candidato ao governo.
Jayme Campos afirmou ainda que mantém diálogo com a deputada estadual Janaina Riva (MDB) e indicou que os dois podem caminhar juntos no processo eleitoral. “Ainda tem muita água para correr debaixo da ponte em Mato Grosso”, disse.
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