segunda-feira, 19 - outubro 2026 - 19:16



GINÁSTICA OLÍMPICA

Rebeca avança no salto, e Brasil leva cinco vagas nas finais


GLOBO ESPORTE
Rebeca Andrade – Foto: MeloGym/CBG
Rebeca Andrade – Foto: MeloGym/CBG

Coube a Rebeca Andrade saltar para encaminhar a vaga do Brasil na final por equipes. Justamente a campeã olímpica do salto teve a responsabilidade da última nota, praticamente precisando cravar. E foi o que ela faz. Rebeca foi para a liderança do salto e fez o time verde-amarelo ultrapassar três adversários na última nota para arrancar a última vaga na decisão do Mundial de Roterdã. Flávia Saraiva também brilhou, especialmente na trave, em que avançou na terceira posição. Flavinha também foi à final do individual na 12ª posição, em que vai ter a companhia de Lorrane Oliveira, 22ª colocada.

A briga pela final por equipes e por vagas olímpicas

Além das medalhistas olímpicas Rebeca, Flávia e Lorrane, o Brasil contou com Thais Fidelis e Sophia Weisberg – Gabriela Bouças foi a reserva. A equipe somou 159,131 pontos para ficar na oitava posição, superando a Grã-Bretanha por menos de dois décimos. A China liderou com 164,996 pontos, seguida dos Estados Unidos (164,529) e da Rússia (163,662).

A final da quarta-feira, às 14h30 (de Brasília), vai distribuir vagas olímpicas antecipadas para as equipes medalhistas. O Brasil tem chances de ir ao pódio se fizer uma final perfeita, mas o foco está em classificar para Los Angeles durante o Mundial de 2027, na China, onde mais nove vagas olímpicas vão estar em jogo. Por ter alcançado a final em Roterdã, as brasileiras garantiram a classificação para o Mundial do ano que vem – a equipe masculina do Brasil vai precisar se classificar no Campeonato Pan-Americano.

– É uma construção. A gente já sabia desde o começo do ano que a Rebeca ia se preparar para fazer apenas dois aparelhos, e a gente optou por não dificultar tanto salto e focar na execução. A gente fez uma estratégia com a Rebeca, e as outras peças também tem que estar pronta, né? A gente trouxe meninas aqui pra ganhar experiência, precisam realmente competir e tem que ser no Mundial – disse Francisco Porath, técnico de Rebeca e da seleção brasileira.


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