A vereadora Maysa Leão (Republicanos) criticou a formação da chamada “chapa da morte” do partido para as eleições proporcionais em Mato Grosso, após as mudanças internas provocadas pela reorganização partidária no estado. Apesar das críticas, ela afirmou que mantém a pré-candidatura a uma vaga na Assembleia Legislativa.
Segundo a parlamentar, a composição da chapa foi impactada pela chegada de novos nomes vindos de outras siglas, o que teria aumentado a competitividade interna. “A composição da chapa dos Republicanos virou uma chapa da morte, é uma das chapas mais pesadas”, disse.
Maysa também afirmou que houve frustração com a forma como as articulações ocorreram dentro do partido. “Fiquei extremamente chateada por terem entrado pessoas que não ajudaram a gente a construir e expus isso tanto para a direção do partido quanto para quem me perguntou”, declarou.
Ela relatou ainda que alguns candidatos não teriam espaço em seus partidos de origem e acabaram migrando para o Republicanos, alterando o cenário da disputa. Mesmo assim, disse ter avaliado sua viabilidade eleitoral e decidiu seguir no projeto.
“Fui fazer as minhas contas, entender nossa capilaridade e tenho condições de enfrentar a disputa. Ganhar, ninguém garante”, afirmou.
Apesar do cenário considerado adverso, a vereadora reforçou que seguirá com a pré-candidatura. Ela afirmou que, no período recente, dedicou-se a projetos sociais e atividades fora da Câmara, além de uma caravana pelo interior do estado.
“Se é para lutar com as próprias pernas, vai ser assim mais uma vez”, concluiu.