- CUIABÁ
- TERÇA-FEIRA, 11 , AGOSTO 2026
O recuo de Fábio Garcia (União) da disputa pela vice de Otaviano Pivetta (Republicanos) caiu como uma nova oportunidade no colo do Podemos, partido comandando pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi. Depois de passar por impasses nas articulações e acabar com a tendo que se contentar com duas suplências nas chapas de Mauro Mendes (União) e Margareth Buzetti (PP), a sigla volta a enxergar uma vaga de peso no tabuleiro eleitoral de 2026. E, desta vez, a cadeira é de vice-governador.
Com a vaga novamente aberta, o Podemos pode deixar de ser mero coadjuvante e tentar emplacar um nome diretamente na chapa majoritária. O ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, a suplente de deputada federal Gisela Simona (União Brasil) e a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira (Podemos), já aparecem entre os cotados.
A saída de Garcia, provocada pelas restrições judiciais que dificultam sua comunicação com Mauro Mendes, embaralhou as peças e devolveu ao grupo de Max Russi uma oportunidade que parecia perdida. A legenda, inclusive, já demonstrou apetite por espaço maior nas eleições.