sexta-feira, 30 - janeiro 2026 - 18:22



MANÍACO DO BUSÃO

Vídeo - Motorista de ônibus escolas usava redes sociais para estuprar alunos em MT


Da Redação / FatoAgora
Divulgação
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O motorista de ônibus escolar da Prefeitura de Poxoréu (263 km de Cuiabá) foi preso nesta sexta-feira (30) pela Polícia Civil, acusado de cometer estupro de vulnerável contra crianças menores de 12 anos, mantendo contato com as vítimas por meio de aplicativo de rede social e chegando a se encontrar pessoalmente com algumas delas.

Segundo o delegado Rafael Fossari, responsável pelas investigações, o caso veio à tona após uma mãe localizar conversas da filha com o suspeito no celular da criança.

“No dia 20 de janeiro, o policial de Poxoréu foi procurado por uma mãe, dizendo que pegou o celular da filha, menor de 12 anos, e viu algumas conversas com um suspeito aqui na cidade. Nós, a partir dessa informação, começamos a aprofundar as investigações e conseguimos identificar o suspeito, o motorista da Secretaria Municipal de Educação, que realmente vinha mantendo contato com essa criança e com outras crianças através de um aplicativo de rede social. Não só contato virtual, mas também contato físico. Ele havia se encontrado pessoalmente com essa criança e praticado alguns atos libidinosos, diversos da conjunção carnal”, detalhou o delegado.

Veja o vídeo:

Além do cumprimento do mandado de prisão, os investigadores cumpriram buscas nos endereços relacionados ao suspeito. Na ação foram apreendidos materiais de interesse da investigação, os quais serão analisados e juntados aos autos do inquérito policial.

Depois de preso em uma residência no bairro Cohab Xavante, o investigado foi conduzido à Delegacia de Poxoréu, onde foram adotadas todas as providências legais cabíveis, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

A operação transcorreu de forma tranquila e sem intercorrências, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a legalidade, a responsabilidade institucional e o enfrentamento rigoroso de crimes que atentam contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

As investigações seguem sob sigilo, a fim de resguardar as vítimas e assegurar a efetividade das apurações, podendo novas informações ser divulgadas oportunamente, em respeito ao devido processo legal.


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