domingo, 19 - abril 2026 - 18:19



RESPOSTA RÁPIDA

Câmara analisa projeto para botão do pânico em escolas municipais


Proposta de Baixinha Giraldelli cria programa “Escola Segura”, texto também autoriza parcerias com forças de segurança.
Proposta de Baixinha Giraldelli cria programa “Escola Segura”, texto também autoriza parcerias com forças de segurança.

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá o projeto de lei “Escola Segura”, que propõe a implantação de um sistema de “botão do pânico” nas escolas da rede municipal como forma de reforçar a segurança nas unidades de ensino.

A iniciativa prevê a adoção de dispositivos tecnológicos que permitam comunicação imediata com as forças de segurança em situações de emergência, possibilitando resposta rápida em casos de risco ou violência.

O texto autoriza o Poder Executivo a firmar convênios com órgãos de segurança pública, como a Polícia Militar, além de parcerias com a iniciativa privada, para viabilizar a implantação do sistema. Entre as medidas previstas, está a instalação do chamado “botão do pânico”, um dispositivo de acionamento silencioso conectado a uma central de monitoramento.

Segundo a proposta, o equipamento permitiria o envio imediato de alertas às autoridades competentes em situações emergenciais. “Para os fins desta Lei, entende-se por ‘botão do pânico’ o dispositivo de acionamento silencioso, interligado diretamente a uma central de monitoramento das forças de segurança competentes, que possibilite o envio de um alerta de emergência de forma discreta e imediata”, diz o texto.

Na justificativa, a vereadora destaca o aumento dos casos de violência no ambiente escolar e defende a necessidade de medidas preventivas e de resposta ágil. Ela argumenta ainda que mecanismos semelhantes já vêm sendo utilizados em outras áreas com resultados positivos na proteção de vítimas.

O projeto também prevê a integração com políticas de prevenção à violência, incluindo ações de fortalecimento da cultura de paz e combate ao bullying nas escolas.

As despesas para execução do programa deverão ser custeadas por dotações orçamentárias próprias do município, podendo ser suplementadas, caso necessário.

A proposta ainda será analisada pelas comissões permanentes da Câmara Municipal antes de seguir para votação em plenário.


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