- CUIABÁ
- DOMINGO, 23 , AGOSTO 2026
O candidato ao Senado Antônio Galvan (Avante) afirmou que o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), assumiu uma cidade em situação de abandono e com problemas acumulados de gestões anteriores. Apesar disso, avaliou que a atual administração precisa acelerar as ações e apresentar resultados mais efetivos à população.
Na avaliação de Galvan, Cuiabá vinha enfrentando administrações consideradas ineficientes e chegou ao início da gestão de Abilio com diversos setores em condições precárias. Segundo ele, embora a cidade tenha apresentado algumas melhorias desde a mudança de comando, ainda há demandas que precisam ser solucionadas.
“Cuiabá tem atravessado gestões bem ruins, deixando o povo aí, uma cidade com aspecto de abandonada. O Abilio está com muita dificuldade, sim, de conduzir. Não tenha dúvida nenhuma”, afirmou.
O candidato reconheceu as dificuldades encontradas pelo prefeito, mas defendeu uma postura mais ativa da administração municipal. Para Galvan, os problemas herdados não podem continuar sendo utilizados como justificativa para a falta de avanços.
“Eu vejo hoje Cuiabá melhor do que a gente tinha Cuiabá antes da gestão dele. Agora, tem muitas coisas que têm que ser feitas”, declarou.
Galvan também destacou que Abilio se aproxima de dois anos à frente da Prefeitura e, por isso, deveria intensificar as medidas para solucionar os principais problemas do município.
“Já está indo para dois anos de mandato. Tem que agir mais”, disse.
O candidato ainda criticou gestores que, segundo ele, concentram parte da atuação em denúncias e problemas deixados por administrações anteriores. Na avaliação de Galvan, eventuais irregularidades devem ser encaminhadas aos órgãos competentes, enquanto o Executivo deve manter o foco na gestão da cidade.
“Se tiver coisa errada, entrega na mão do Ministério Público, entrega na mão da Justiça e larga lá e vai trabalhar. E vai trabalhar”, afirmou.
Galvan também citou administrações anteriores que, segundo sua avaliação, perderam tempo atribuindo responsabilidades aos antecessores em vez de priorizar a solução dos problemas enfrentados pela população.
“Culpar o que estava lá antes por não fazer agora não vai resolver o problema. Bater, massificar, nós já temos prova disso. E quem puxar o assunto para falar, olha, está na mão da Justiça, a Justiça que se vira”, concluiu.