- CUIABÁ
- QUINTA-FEIRA, 9 , JULHO 2026
O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Jayme Campos (União Brasil), afirmou estar confiante na aprovação de seu nome durante a convenção partidária do União Brasil, marcada para o dia 30 de julho. A definição ocorrerá por meio de votação entre os filiados com direito a voto, que decidirão se a legenda terá candidatura própria ao Executivo estadual.
Segundo Jayme, levantamentos internos realizados por ele indicam que possui apoio suficiente para vencer a disputa dentro do partido. O senador afirmou que aliados já teriam garantido apoio à sua candidatura e destacou a confiança de que os compromissos firmados serão mantidos durante a votação.
“Na minha matemática, nas minhas contas, eu tenho voto suficiente. Espero que esses amigos e amigas que já me garantiram os votos cumpram esse compromisso. São pessoas de palavra, com espírito partidário, e acredito que estarão comigo no dia 30”, declarou.
O parlamentar ressaltou ainda sua trajetória dentro do União Brasil, afirmando que não é um recém-filiado, mas um dos integrantes históricos da sigla, com participação desde sua formação. Para ele, a legenda tem legitimidade para apresentar candidatura própria ao Governo do Estado, mesmo diante de divergências internas envolvendo o apoio a outros nomes.
“Tenho convicção, quase certeza, de que meu nome será homologado. É um trabalho que deve ser construído de forma consensual. Tenho o direito de disputar pelo meu partido, até porque sou fundador dessa sigla”, afirmou.
A escolha ocorrerá por votação secreta, mas Jayme disse acreditar que os filiados irão respeitar os compromissos assumidos anteriormente. Ele também comentou a divergência interna com o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que declarou apoio ao vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nome que não integra a federação formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP).
Jayme afirmou que mantém uma relação de respeito com Mauro Mendes e destacou que nunca trabalhou contra o ex-governador. Ele lembrou o apoio dado nas eleições de 2018 e 2022, quando Mauro disputou o comando do Estado, e evitou críticas ao correligionário.
“Eu não faço política com ódio no coração, nem jogando veneno em ninguém. O que quero é apenas uma oportunidade. Não tenho nada contra ninguém. Pelo contrário, sou um dos poucos políticos de Mato Grosso que faz política conversando com todos”, concluiu.